“O telefone tocava e eu sabia que era ele e o meu coração disparava tanto que eu tinha medo de morrer antes de falar: “alô”.”
Tati Bernardi  (via sorriso-so-risos)

O que é que você quer?
Ele sorriu. Estendeu as mãos, tocou-o também. Vontade de pedir silêncio. Porque não seria necessária mais nenhuma palavra um segundo antes ou depois de dizerem ao mesmo tempo: Quero ficar com você.
Caio Fernando Abreu.    (via heroina-inocente)

“Sua voz ecoava em todos os lugares, seu rosto em minha mente, seu cheiro me perseguia(…) E as lágrimas desciam.”
(Malabarista de Sorrisos)

“Às vezes a gente vai-se fechando dentro da própria cabeça, e tudo começa a parecer muito mais difícil do que realmente é. Eu acho que a gente não deve perder a curiosidade pelas coisas: há muitos lugares para serem vistos, muitas pessoas para serem conhecidas. Tudo isso estimula a gente, clareia a cabeça, refresca. Por que não?”
Caio Fernando Abreu (via versificar)

“Acordo no meio da noite, com um sorriso bobo e percebo que você estava em meus sonhos.”
— Mariana Barbosa. (via old-desires)

“É angustiante, né? Quando você quer muito alguma coisa, mas ela não depende só de você para acontecer.”
Fidel Dourado.    (via romeu-inseguro)

“A princípio foi este olhar um simples encontro; mas, dentro de alguns instantes, era alguma coisa mais. Era a primeira revelação, tácita mas consciente, do sentimento que os ligava. Nenhum deles procurara esse contato de suas almas, mas nenhum fugiu. O que eles disseram um ao outro, com os simples olhos, não se escreve no papel, não se pode repetir ao ouvido; confissão misteriosa e secreta, feita de um a outro coração, que só ao céu cabia ouvir, porque não eram vozes da terra, nem para a terra as diziam eles. As mãos, de impulso próprio, uniram-se como os olhares; nenhuma vergonha, nenhum receio, nenhuma consideração deteve essa fusão de duas criaturas nascidas para formar uma existência única.”
Helena, Machado de Assis  (via anarquismos)

“Tenho dificuldade de entrar numa sala cheia de gente e dizer qualquer coisa. Não gosto. Não gosto de fazer conferência. Não gosto de discurso, não tenho a empostação de voz necessária, não tenho a presença de espírito. Geralmente, tenho respostas muito boas em 24 horas depois.”
Carlos Drummond de Andrade      (via paranoidddddd)